
Lisboa, à altura dos olhos.
Azulejos, passagens e fachadas tornam-se pontos de partida para observar. Entre uma pista e outra, há espaço para conversar, parar e reparar no que costuma passar despercebido.
Explorar o percurso
LISBOA · PORTO / AVENTURAS A PÉ
Uma rua, um detalhe, uma pergunta. Descobre Lisboa e o Porto através de percursos com enigmas que convidam a olhar para a cidade com outros olhos.
O CENÁRIO É METADE DA AVENTURA
O cenário faz parte do jogo. Compara o ambiente de cada cidade e escolhe o tipo de descoberta que combina com o teu grupo.

Azulejos, passagens e fachadas tornam-se pontos de partida para observar. Entre uma pista e outra, há espaço para conversar, parar e reparar no que costuma passar despercebido.
Explorar o percurso
As mudanças de nível e os diferentes pontos de vista dão outro ritmo à caminhada. O desafio está em relacionar o que se vê, partilhar hipóteses e construir uma resposta em conjunto.
Explorar o percursoPARA ALÉM DA RESPOSTA
A descoberta não precisa de terminar quando aparece a resposta. Um desenho rápido de uma janela, uma palavra que vale a pena procurar depois ou a forma de uma sombra podem prolongar a atenção ao lugar.
Escolhe um detalhe durante a caminhada e tenta recordá-lo sem voltar a olhar. Depois, compara a memória com o que está à tua frente. A diferença entre as duas versões costuma dar uma boa conversa e abre espaço para quem prefere observar antes de falar.


UM PEQUENO ENSAIO
Imagina que a pista pede para procurar uma forma que se repete numa fachada. Antes de responder, aproxima o olhar: a repetição está na cor, no desenho ou na disposição das peças?
Em vez de contar todos os elementos, escolhe um motivo e compara-o com o motivo ao lado. O que muda? O que se mantém? Esta é uma pequena experiência de observação, não uma pista de um percurso específico.
IR JUNTOS, DESCOBRIR DE MANEIRAS DIFERENTES
Uma pessoa repara numa inscrição. Outra encontra uma ligação. Uma terceira põe a hipótese à prova. O percurso ganha vida quando a descoberta circula pelo grupo.

Distribui o olhar: alguém lê, alguém observa e alguém reúne as ideias. Não é preciso que todos encontrem a resposta ao mesmo tempo.
Num percurso privado com condução, o ritmo e a participação podem ser conversados antes. Partilha a dimensão do grupo e as necessidades de mobilidade para enquadrar o formato.
O CADERNO PRÁTICO
O caminho deve fazer sentido para quem participa. Antes de combinar uma data, conversa sobre o ponto de encontro, as condições de acesso e a forma como o grupo vai acompanhar as pistas.
Compara cidade, formato e necessidades do grupo. Confirma como são entregues as instruções e como pedir ajuda durante o percurso.
Percursos e formatosConsulta as indicações combinadas e a previsão meteorológica. Roupa confortável, água e bateria disponível ajudam a manter a atenção na rua.
Preparar a caminhadaRespeita quem vive e trabalha no local. Uma pista não exige entrar em espaços privados, bloquear uma passagem ou tocar em elementos de um edifício.
Caderno de pistasO PASSEIO TAMBÉM SE COMBINA
As pessoas não chegam à rua com a mesma experiência, energia ou forma de participar. Conversar sobre essas diferenças antes de escolher o percurso ajuda a construir uma descoberta em que o grupo consegue estar junto. Não precisas de antecipar cada resposta: combina apenas o que torna a caminhada confortável.
Pensa em pequenas tarefas de observação, como procurar uma forma ou comparar duas cores, sem entregar toda a leitura a uma só pessoa. Um adulto mantém a atenção às passagens e ao grupo enquanto os mais novos exploram a pergunta. Confirma antecipadamente as condições de participação e a necessidade de acompanhamento.
Combina pausas e evita que a pessoa que responde mais depressa decida sempre o próximo passo. Se houver necessidades de mobilidade, pergunta pelos desníveis e pelas condições concretas do percurso antes de escolher. Uma alternativa só deve entrar no plano depois de ser confirmada.